Max Annas

Max Annas

Max Annas

Max Annas, que cresceu na Alemanha Ocidental, usou os últimos anos da República Democrática Alemã (RDA) para olhar em volta e fazer amizades. Em julho de 1989 a entrada lhe foi finalmente recusada. Trabalhava durante muito tempo como jornalista, viveu na África do Sul e foi premiado com o “Prémio Alemão por Romances Policiais” (Deutscher Krimipreis) pelos seus romances “A Fazenda” (Die Farm, 2014), “O Muro” (Die Mauer, 2016) e “Mata Escura” (Finsterwalde, 2019). Outras publicações são “Ilegal” (Illegal, 2017) e “Comissão da Investigação de Assassinatos” (Morduntersuchungskomission, 2019).

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Marcus Vinícius Rodrigues

Marcus Vinícius Rodrigues

Marcus Vinícius Rodrigues

Marcus Vinícius Rodrigues nasceu em Ilhéus-Ba e mora em Salvador. Estreou em literatura, em 2001, com o livro de poemas Pequeno inventário das ausências, um dos vencedores do  Prêmio Fundação Casa de Jorge Amado/COPENE para autores inéditos. Em poesia, publicou, ainda,  Arquivos de um corpo em viagem (Mondrongo, 2015). Seu livro Manual para composição de Vitrais foi selecionado pelo Selo João Ubaldo Ribeiro, da Fundação Gregório de Mattos, de Salvador, com lançamento previsto para 2019. Figura em diversas antologias de poesia com destaque para o volume Anos 2000 – Coleção Roteiro da Poesia Brasileira (Global Editora, 2009). Como contista, publicou Café Molotov (7Letras, 2018); A eternidade da maçã (7Letras, 2016) — vencedor do Prêmio Nacional da Academia de Letras da Bahia; Se tua mão te ofende (P55, 2014); Cada dia sobre a terra (Caramurê, 2010); Eros resoluto (P55, 2010) e 3 vestidos e meu corpo nu (P55, 2009. Seu conto A omoplata venceu o Concurso Nacional de Contos Newton Sampaio (2009). É membro da Academia de Letras da Bahia.

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Márcia Kambeba

Márcia Kambeba

Márcia Kambeba
Márcia Wayna Kambeba é do povo Kambeba do Amazonas, reside no Pará. Em sua formação é Mestre em Geografia, escritora, compositora, poeta, palestrante, fotógrafa entre outras artes exercidas no cotidiano. Desenvolve pela cultura uma luta que tem na arte da palavra sua ferramenta para gritar ao mundo respeito a vida. Vida dos povos, vida da biodiversidade, vida da Amazônia. Seu trabalho literomusical tem sido acolhido pelas escolas, universidades, aldeias e abraça um público diverso. Escreve para aldeia e para cidade com uma escrita educativa, informativa e ambiental já lançou dois livros que são Ay kakyri Tama – Eu moro na cidade e seu mais novo livro O lugar do saber. Tem um trabalho voltado para o feminino da mulher indigena e da terra, mata, água. Acredita que a arte educa, reeduca para um melhor entendimento do que é ser humano pelo ensino dos povos indigenas relacionado ao BEM VIVER.

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Manoel Herzog

Manoel Herzog

Manoel Herzog

Manoel Herzog, Santos, 1964, iniciou na literatura em 1987 com Brincadeira Surrealista, poemas. Em 2012 publicou Os Bichos, romance, pela Editora Realejo. Em 2013, Companhia Brasileira de Alquimia, romance, pela Editora Patuá. Em 2014, também pela Editora Patuá, A Comédia de Alissia Bloom, terceiro lugar no prêmio Jabuti 2015. Em 2015 lançou O Evangelista, romance. Em 2016 foi a vez de Sonetos de Amor em Branco e Preto, poemas, com apoio do Proac, e Dec (ad) ência, romance. Pela Alfaguara publicou A Jaca do Cemitério é mais Doce, segundo lugar no concurso da Biblioteca Nacional, e o recente Boa Noite, Amazona.

 

Criado na cidade de Cubatão, trabalhou na indústria química e formou-se em Direito, exercendo a advocacia até então nesta cidade. Dois casamentos, quatro filhos, uma neta e atualmente mora sozinho com dois gatos, um branco e um preto.

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