No palquinho do Cruzeiro do São Francisco uma programação musical de qualidade se incorporou às 2ª Festa Literária Internacional do Pelourinho – FLIPELÔ. São shows de talentosos artistas baianos com seus grupos musicais, que no cair da tarde levam mais encanto ao Centro Histórico. As apresentações acontecem sempre das 17h às 18h.

Na quinta, 9.8, se apresentou Kalu, cantor, compositor, instrumentista e poeta baiano. Já lançou o disco Amaralina (2013) e a faixa single “No Afeto” (2016). Compositor de muito cuidado literário, seu lirismo tem um modo próprio de narrar a vida, tem a sua forma de Kaluniar o mundo.

Na sexta, 10.8, é a vez do Duo Barros Reis, formado pelos irmãos Horácio e Leonardo Barros Reis, soteropolitanos, membros de uma família de músicos. O violão foi o instrumento que escolheram para a iniciação dos seus estudos musicais, e tal foi a identificação entre eles e as seis cordas, que fizeram do violão o meio através do qual expressariam sua arte. Concertistas, compositores e arranjadores, os irmãos Barros Reis fizeram vários recitais e participaram de seminários com renomados violonistas. São vencedores do Troféu Caymmi, na categoria de melhor CD instrumental.

Sábado11.8, é dia do Duo  B.A.V.I (Berimbau Aparelhado Violão Inventável),formado porAnderson Petti e João Almyy . O berimbau e o violão se unem na construção de texturas, ambiências e melodias com canções autorais explorando o uso do berimbau agregado à aparelhagem eletrônica, para expandir as possibilidades melódicas, modular frequências, criar overdubs e aplicar efeitos, tornando-o capaz de produzir variações de notas e timbres em constate interação com o violão.

No domingo, 12.9, toca o Ambiente Brasileiro, grupo de música popular brasileira formado pelos músicos Jota Anderson, Paulo Romero e Jackson Dantas. O  grupo nasceu do pressuposto de que deve haver música em todo lugar,  numa forma de revisitar o conceito de “música ambiente”. Em 2013 eles formaram esse power trio instrumental, capaz de se adequar a qualquer “ambiente” , quase que como uma “banda portátil” a ser deslocada para coretos, praças, ruas e esquinas, principalmente de locais históricos, com a intenção de valorizar e enriquecer musicalmente o fluxo turístico do local.