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Poeta baiano dedicado especialmente à récita que, com o recital-show ‘Pós-Nada’, apresentado no Teatro Vila Velha, motivou novas formas de expressão da poesia em Salvador e nas redes digitais. Essa atuação repercutiu também fora da cidade, despertando a atenção de grandes nomes, como o poeta Augusto de Campos, que declarou ser a interpretação que James Martins fez de seu ‘Pós-Tudo’: “A melhor leitura crítica do poema”. Atuou como arte-educador e diretor, difundindo suas ideias ético-estéticas e seus projetos para récita a várias vozes entre jovens da periferia, resultado apresentado no recital ‘VER-A-CIDADE’ (2008). Sob encomenda, escreveu o ensaio Contemporaneidade brasileira: o – atrás o + adiante, que saiu como apresentação da coletânea Contemporaneidade: poesia e prosa (Ed.Omnira – 2006), mas notou que era preciso mais e passou a atuar na imprensa, tendo artigos críticos publicados em jornais e sites de Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo. Em 2012, criou o Pós-Lida (recital de poesia e alguma prosa), que reúne convidados especiais, merecendo destaque o tradutor Paulo César de Souza, o compositor Luiz Galvão, dos Novos Baianos, o poeta Glauco Mattoso, o maestro Aldo Brizzi, o compositor Gilberto Gil, o cineasta Edgard Navarro e o cientista Ricardo Chemas, entre muitos outros. Esteticamente, utiliza de diversas técnicas e temáticas, sem rejeitar o verso, o perverso, o lirismo, o concretismo, a tecnologia ou o artesanal.

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